Lidando com perdas…

 

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“Eram 6h. Minha filha me acordou. Ela tinha três anos. Fez-me então a pergunta que eu nunca imaginara: “Papai, quando você morrer, você vai sentir saudades?”. Emudeci. Não sabia o que dizer. Ela entendeu e veio em meu socorro: “Não chore, que eu vou te abraçar…” Ela, menina de três anos, sabia que a morte é onde mora a saudade.”          Rubem Alves

Todo o ser humano, de tempos em tempos, é convocado a ter que lidar com diferentes tipos de perdas: a morte de uma pessoa amada, a perda de um emprego, o término de um relacionamento amoroso…

Para efeitos de facilitar este artigo, foco a análise dos processos psíquicos envolvidos ao se lidar com a morte de uma pessoa amada. Mas tenha em mente que em todas as perdas citadas anteriormente, se instaura um processo de luto, onde alguns aspectos temporários são comuns: Continuar lendo

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Sobre Jabulanis e Vuvuzelas

 

Divulgue para seus amigos

 

Não se preocupe! Apesar de, em ano de Copa do Mundo, existirem 180 milhões de técnicos no Brasil, certamente a última coisa que você precisa é a opinião desajeitada sobre estratégias e táticas de jogo de futebol vindas de uma psicanalista que, enquanto torcedora, assiste fervorosamente futebol apenas de 4 em 4 anos.

Meu objetivo neste artigo é emprestar os 2 principais símbolos que marcaram este mundial na África do Sul, para convidar você a refletir sobre alguns aspectos da sua vida.

Comecemos pelas barulhentas Vuvuzelas com seu lado simples e alegre de celebração, proposto até mesmo no próprio significado da palavra em zulu. Mas, também com seu efeito atordoante e monótono, quando entonadas em uníssono durante 90 minutos consecutivos. É como se o torcedor fosse limitado a um único e restrito recurso sonoro para se expressar, tanto quando quer xingar o juiz, como também quando quer comemorar a bola na rede.

Fico pensando que, muitas vezes, este “efeito atordoante das Vuvuzelas” se reproduz no cotidiano quando algumas pessoas ficam limitadas a Continuar lendo