Psicanalistas pela Sustentação e Apoio Incondicional à Democracia no Brasil – Uma discussão supra-partidária sobre os destinos da democracia brasileira


Fortemente recomendo que assistam esse vídeo que documenta um momento de união e diálogo de múltiplas vozes de psicanalistas preocupados em manter a livre circulação da palavra, característica  básica e essencial tanto da psicanálise como da democracia e do estado democrático de direito.
[As atividades do evento  no vídeo iniciam no minuto 27]
video: https://www.youtube.com/watch?v=HGHKQxjOdW0
site: https://psicanalisedemocraciabrasil.wordpress.com/

Como medir a distância que te separa do que você diz?

30 Bienal

Com a palavra ambiguidades em mente,  Luciana Chen e Patrícia Marchesoni Quilici, coordenadoras do educativo do CCBB, selecionaram o trabalho de alguns artistas presentes na 30ª Bienal para introduzir os participantes nas reflexões do terceiro workshop do ciclo  Por Um Viver Mais Criativo, realizado na quarta feira, dia 31/Outubro/2012 no Espaço Conceito Citroën Oscar Freire.

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A poesia concreta do alemão Franz Mon, que brinca com as palavras como se fossem imagens, e que também brinca com as imagens como se fossem roupas na lavanderia da sua casa, deu início ao percurso do grupo.

Também usufruindo da caracterísitca visual das palavras, o escritor e poeta chileno  Juan Luis Martínez, trabalha em um jogo de transformações, criando uma terceira linguagem, que não temos os códigos para compreender. E compartilha conosco: “Os pássaros cantam em passarístico, mas os escutamos em espanhol. (o espanhol é uma língua opaca, com um grande número de palavras fantasmas; o passarístico é uma língua transparente e sem palavras. […]  A língua dos pássaros é uma língua de signos transparentes em busca da transparência dispersa de algum significado.” – Juan Luis Martínez

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Você e a Intolerância

Tempos atrás eu realizei através do Projeto Instigar um workshop sobre “Assédio Moral no Ambiente de Trabalho”, com a proposta de, a partir de um olhar psicanalítico sobre o assunto, colocar em discussão possibilidades de transformação desta realidade dentro das empresas. Desde então quero escrever um artigo sobre isto, mas somente agora, terminado o mês de novembro em que estive envolvida em diversas atividades relacionadas a Semana Global do Empreendedorismo, consegui me dedicar ao assunto. Neste artigo, comento a respeito de um dos diversos elementos deste complexo assunto: você.

Cada vez atualizada de formas distintas, a incapacidade de tolerar diferenças, associada a preconceitos e ao perigoso jogo de poder, resulta em manifestações explícitas e também veladas de agressividade no ambiente de trabalho.

Por motivos óbvios, usualmente são apontadas como vítimas apenas as pessoas que são o alvo direto do agressor, mas as testemunhas de tais situações não serão também vítimas?

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Semana Global de Empreendedorismo 2011

Instigado pelo convite da Endeavor Brasil, pelo segundo ano consecutivo o Projeto Instigar une-se ao movimento mundial Semana Global de Empreeendedorismo, que tem como objetivo “desenvolver ações que promovam o empreendedorismo no Brasil, via Semana Global de Empreendedorismo, e que possam mobilizar, informar, inspirar e disseminar o tema para a sociedade.

Confira abaixo as quatro atividades gratuitas que serão realizadas pelo Projeto Instigar e seus parceiros durante o mês de novembro.

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Em Nome do Viver Criativo

Entorpecida pelas fortes sensações resultantes da experiência de contato com as obras de Damien Hirst que estão na exposição “Em Nome dos Artistas“, convido-os a refletir sobre como a arte contemporânea pode inspirar você a adotar um viver criativo.

Para celebrar os 60 anos de vida da Bienal, a exposição Em Nome dos Artistas apresenta uma coleção obras de artistas contemporâneos norte-americanos.  Mas cabe ao britânico Damien Hirst ocupar o primeiro espaço do circuito de visitação, abrindo a exposição e impactando os visitantes com o seu tom polêmico.

Eternizando o laço mãe e filho através da interrupção do processo natural de decomposição da morte (obra “Mãe e filho divididos” – foto acima); utilizando literalmente a exposição da morte para eternizar a beleza da vida (obra “Elogio“); questionando a origem da vida (obra “Adão e Eva Expostos“); apontando 12 caixas de remédios como os apóstolos religiosos da atualidade (obra “Santa Ceia“);  denunciando a inevitável finitude do corpo através de uma caveira humana em prata fundida e pátina negra (obra “Nova religião – o destino do homem“); ou utilizando-se de centenas de moscas mortas para representar uma doença letal (obra “Leucemia“). — Através de suas obras,  Hirst constantemente denuncia a vulnerabilidade da vida.

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