Em Nome do Viver Criativo

Entorpecida pelas fortes sensações resultantes da experiência de contato com as obras de Damien Hirst que estão na exposição “Em Nome dos Artistas“, convido-os a refletir sobre como a arte contemporânea pode inspirar você a adotar um viver criativo.

Para celebrar os 60 anos de vida da Bienal, a exposição Em Nome dos Artistas apresenta uma coleção obras de artistas contemporâneos norte-americanos.  Mas cabe ao britânico Damien Hirst ocupar o primeiro espaço do circuito de visitação, abrindo a exposição e impactando os visitantes com o seu tom polêmico.

Eternizando o laço mãe e filho através da interrupção do processo natural de decomposição da morte (obra “Mãe e filho divididos” – foto acima); utilizando literalmente a exposição da morte para eternizar a beleza da vida (obra “Elogio“); questionando a origem da vida (obra “Adão e Eva Expostos“); apontando 12 caixas de remédios como os apóstolos religiosos da atualidade (obra “Santa Ceia“);  denunciando a inevitável finitude do corpo através de uma caveira humana em prata fundida e pátina negra (obra “Nova religião – o destino do homem“); ou utilizando-se de centenas de moscas mortas para representar uma doença letal (obra “Leucemia“). — Através de suas obras,  Hirst constantemente denuncia a vulnerabilidade da vida.

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Visita lúdica na exposição Em Nome dos Artistas

Duas vezes por ano o Projeto Instigar realiza um encontro lúdico em uma exposição de artes na cidade de São Paulo como parte das atividades desenvolvidas nos Grupos Operativos.

O objetivo de usar a visita à exposição EM NOME DOS ARTISTAS como fonte instigadora de discussões nos Grupos Operativos pode ser definida nas palavras escritas pelo pessoal da própria Bienal:

A arte tem a potência de ativar sentimentos, percepções e reflexões que dificilmente viriam à tona de outra maneira, visto que ela lida com aspectos essenciais na perspectiva do sujeito individual e coletivo. Traduz em cada um de nós as reentrâncias e os abismos da alma, suas misérias e belezas, promovendo encontros com o que há em nós de mais humano.”

Após percorrer a exposição durante 90 minutos, e a partir das suas percepções, os participantes são convidados a realizar uma discussão em grupo sobre como esta experiência de interação com a arte contemporânea pode inspirar um viver mais criativo.

As atividades de elaboração do grupo serão coordenadas pela psicanalista Débora Andrade.

Você é nosso convidado para mergulhar nesta experimentação lúdica!

Quando? Sexta feira, dia 7/Outubro às 10:30 hs

Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo – Parque Ibirapuera, Portão 3 – São Paulo
Investimento:  Atividade Gratuita – Vagas limitadas.
Último dia para realizar a sua inscrição: quarta feira anterior a data da visita.
Informações: 5506-6916
Sua vaga somente será reservada após preencher o formulário de inscrição: